sexta-feira, 27 de junho de 2014

Começa hoje prazo para matrícula da segunda chamada do Sisu

Começa hoje (27) o prazo de matrícula para a segunda chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que vai até 2 de julho. O resultado da segunda chamada está disponível no site do Sisu. Os candidatos que não foram selecionados podem participar da lista de espera.
O candidato selecionado deverá verificar, na instituição de ensino em que foi aprovado, o local, horário e os procedimentos necessários. As instituições não receberão matrículas no fim de semana. Caso não cumpra o prazo, o candidato perde a vaga.  
Aqueles que não foram selecionados em nenhuma das chamadas poderão acessar o boletim pessoal no site do Sisu e clicar no botão que confirma o interesse em participar da lista de espera. Também podem integrar a lista os candidatos que foram selecionados na segunda opção de curso, mesmo os que já fizeram a matrícula.
A lista de espera é apenas para a primeira opção feita na hora da inscrição. O prazo de adesão vai até 7 de julho. Os candidatos serão convocados pelas instituições a partir do dia 14 do mês que vem.
O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação (MEC) no qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A seleção tem duas edições a cada ano.
Puderam participar desta edição aqueles que fizeram o Enem 2013 e não tiraram 0 na redação. Segundo o MEC, 1.214.259 candidatos se inscreveram. Foram ofertadas 51.412 vagas em 1.447 cursos de 67 instituições de educação superior federais e estaduais.

fonte: Agência Brasil

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Eletrosul inaugura usina de energia solar para venda no mercado livre

A Eletrosul, subsidiária da Eletrobras, inaugura hoje (27) em Florianópolis uma usina de energia solar acoplada ao prédio da sede administrativa da empresa. O projeto tem 4,2 mil painéis fotovoltáicos instalados em uma área de 8,3 mil metros quadrados no teto do edifício. Apesar de o prédio absorver parte da energia, o objetivo principal não é atender ao consumo da empresa e de unidades vizinhas, e sim vendê-la no mercado livre.
"Comercialmente, temos contrato com uma pequena central hidrelétrica que atende à demanda [do edifício da Eletrosul]. Pode ser que a partir de 2015 a gente troque o contrato [passando a atender a toda a demanda local com a energia da usina solar]. Vamos avaliar. Mas, por enquanto, o objetivo é comercializar e divulgar [a tecnologia]. Nas cidades do futuro, haverá muitos prédios assim. Queremos estar prontos para o boom [da energia solar] ", explica Ronaldo Custódio, diretor de Engenharia e Operação da Eletrosul.
De acordo com ele, o primeiro leilão para comercializar energia da usina deve ocorrer em agosto deste ano. O investimento no projeto, de R$ 9,5 milhões, foi financiado pelo banco de fomento alemão KfW.
Considerada sustentável, a energia solar sai mais cara do que opções como as hidrelétricas e termelétricas. Segundo Ronaldo Custódio, uma usina solar, com financiamento em condições idênticas ao de uma hidrelétrica, pode sair de cinco a sete vezes mais cara. Depois de construída, no entanto, ela tem a manutenção menos dispendiosa. "A hidrelétrica até tem um impacto ambiental global menor, embora tenha impacto local tanto do ponto de vista ambiental quanto social", comenta.
Com capacidade instalada de 1.000 quilowatts, o suficiente para atender a 540 residências, a usina é o maior empreendimento na América Latina com produção de energia acoplada a um prédio. Além disso, é a única com esse conceito a gerar energia para comercialização.
Para Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Energias Renováveis do Greenpeace Brasil, a usina de energia solar é um marco importante. "Eu acho que é uma iniciativa bem-vinda, junto com Tanquinhos e Tauá [usinas de energia solar respectivamente em Campinas, São Paulo, e no interior do Ceará]. Serve para mostrar que a energia solar é uma opção viável para a segurança energética", diz.
Baitelo acrescenta que as iniciativas de maior porte têm avançado mais do que a implantação de pequeno porte e doméstica da energia solar, que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) buscou incentivar em 2012, aprovando resolução que previa desconto na conta de luz para residências e empresas microgeradoras que fornecessem excedente.
"Esse é outro capítulo, que caminha mais devagar. A gente tem alguns problemas a transpor, principalmente o financiamento". Segundo ele, as linhas de crédito ofertadas pelos bancos atualmente não têm prazos e taxas de juro satisfatórias. "Um projeto de energia solar que atenda a uma família pode custar de R$ 15 mil a R$ 20 mil. Se vai ter uma economia de R$ 30, R$ 40, R$ 50, o ideal é que o custo do financiamento seja esse. Estamos dialogando com governo e bancos. É um mercado com potencial muito grande", observa.

fonte: Agência Brasil

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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Estímulo à integração de pesquisadores e empresas começa a valer em 2015

O Programa Nacional de Plataformas do Conhecimento, lançado ontem (25) pelo governo federal, vai começar a valer a partir de 2015, mas a expectativa do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clélio Campolina Diniz, é que os primeiros editais sejam lançados ainda neste ano. Em entrevista a jornalistas, o ministro citou as áreas consideradas prioritárias e disse que a aplicação de recursos no programa vai depender de vontade política do governo.
De acordo com Clélio Campolina, os projetos prioritários do programa são saúde, agricultura e energia. “O projeto é uma articulação de conhecimento científico com o sistema produtivo empresarial. O que constitui a plataforma é a base científica - liderada por um ou mais cientistas, em uma instituição científica - e o sistema empresarial de outro lado”, explicou.
Com base no programa, serão lançadas plataformas como medicamentos, vacinas e serviços na área de saúde, por exemplo. Outras previsões de plataformas são em petróleo, engenharia básica e bioenergia na área de energia, e de melhoramento genético e mudanças climáticas na agricultura.
O ministro disse que não é possível indicar o valor do orçamento federal que será investido no programa, mas adiantou o cenário com que se trabalha: “Nós temos uma ordem de grandeza que as plataformas deveriam ter da ordem R$ 2 bilhões por ano. É uma estimativa preliminar. Sendo que no primeiro ano, que será em 2015, você não terá essa demanda”, informou. Segundo ele, os exemplos internacionais indicam que cada plataforma pode custar entre US$ 100 milhões e 200 milhões por ano, dependendo da natureza.
De acordo com ele, um comitê gestor - integrado pelos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação - vai definir as plataformas que lançarão os editais. “Será uma composição de uma agência de fomento e uma agência de financiamento. Por exemplo: o CNPQ [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico] e o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] lançam uma plataforma conjunta, e vai identificar o que precisa de suporte à pesquisa científica, como laboratórios - que seria o fomento - e o que vai ser financiamento para as empresas”, explicou.
Já no que diz respeito aos investimentos, o ministro disse que a parte de financiamento virá de cada uma das instituições que já o fazem no país, e que a parte de fomento vai depender da natureza de cada plataforma. “O sucesso e a quantidade da plataforma vai depender da quantidade de dinheiro que o governo esteja disposto a colocar”, disse, informando que devido a esse motivo o comitê gestor será composto também pelos ministérios da Fazenda e do Planejamento. “Não vai ter nenhum efeito sobre orçamento de 2014. No orçamento de 2015, vai depender da vontade política do governo de pôr mais ou menos dinheiro”, acrescentou Campolina.
O ministro disse ainda que poderão ser convidados especialistas internacionais para julgar, de modo mais criterioso, as plataformas, e elas deverão ter um sistema de acompanhamento para avaliar a sua execução e, se necessário, determinar a sua interrupção, caso não haja desempenho satisfatório.

fonte: Agência Brasil

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STF autoriza trabalho externo para José Dirceu

Por maioria de votos, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou ontem (25) o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu a trabalhar durante o dia em um escritório de advocacia em Brasília. Dirceu vai prestar serviços no escritório do advogado José Gerardo Grossi, em Brasília. Ele vai ajudar na pesquisa de jurisprudência de processos e na parte administrativa com salário de R$ 2,1 mil. A jornada é das 8h às 18h, com uma hora de almoço.
Os ministros aceitaram recurso da defesa contra decisão do presidente da Corte, Joaquim Barbosa, que rejeitou a autorização em maio, por entender que Dirceu e os demais apenados não cumpriram o mínimo de um sexto da pena para terem direito benefício. O ex-ministro foi condenado a sete anos e 11 meses de prisão em regime semiaberto. Com base no entendimento, José Dirceu nem chegou a ter o benefício autorizado.
Ao divergir de Barbosa, a maioria do plenário concordou com o voto do relator das execuções penais dos condenados, ministro Luís Roberto Barroso. Para o ministro, não é necessária a exigência de um sexto da pena para que o condenado em regime semiaberto possa deixar a prisão durante o dia para trabalhar.
Segundo Barroso, a jurisprudência sobre o assunto é antiga no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o entendimento contrário não pode ser alterado somente para os condenados no processo do mensalão. “A negação ao direito ao trabalho externo para reintroduzir a exigência do prévio cumprimento da um sexto da pena vai ao desencontro das circunstâncias do sistema carcerário de hoje.”
No caso específico de Dirceu, o relator afirmou que o trabalho externo em um escritório de advocacia é inconveniente, no entanto, a questão não impede que a autorização seja concedida. Na decisão, o presidente da Corte avaliou que a proposta de emprego era “uma ação entre amigos”.
Com o recesso no Judiciário , que começará na terça-feira (1º), os recursos do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares,  do ex-deputado federal Romeu Queiroz e advogado Rogério Tolentino,  ligado ao publicitário Marcos Valério,  poderão ser decididos individualmente por Barroso. Todos tiveram o benefício cassado por Barbosa, com os mesmos argumentos. 

fonte: Agência Brasil

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quarta-feira, 25 de junho de 2014

STF julga hoje trabalho externo de condenados no mensalão

O Supremo Tribunal Federal (STF) julga hoje (25) os recursos dos condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão, que tiveram o trabalho externo cassado pelo presidente da Corte, Joaquim Barbosa. O ministro não vai participar da sessão. Na semana passada, Barbosa renunciou à relatoria do processo e entrou com uma ação no Ministério Público contra Luiz Fernando Pacheco, advogado do ex-deputado José Genoino, que também terá o pedido para voltar à prisão domiciliar julgado nesta quarta-feira. A sessão será presidida pelo vice-presidente Ricardo Lewandowski. 
De acordo com o novo relator dos recursos, ministro Luís Roberto Barroso, a decisão sobre o trabalho externo  será aplicada em todos os casos semelhantes que tramitam no Judiciário. “ A minha maior preocupação, aliás, é essa [ter impacto]. Eu acho que o que nós decidirmos pode ter impacto sobre o sistema. Então, tem que ter muito critério.", disse. 
O plenário vai julgar os recursos do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, do ex-deputado federal Romeu Queiroz e do ex-advogado Rogério Tolentino. Também será julgado o pedido do ex-deputado José Genoino para voltar a cumprir prisão domiciliar.
Na terça-feira (17), Barbosa renunciou à relatoria da Ação Penal 470. O ministro alegou que os advogados dos condenados passaram a atuar politicamente no processo, por meio de manifestos e insultos pessoais. O presidente do Supremo citou o fato envolvendo Luiz Fernando Pacheco, advogado do ex-deputado José Genoino. No dia 11 deste mês, Barbosa determinou que seguranças do STF retirassem o profissional do plenário. 
A defesa dos condenados que tiveram trabalho externo cassado aguarda o julgamento dos recursos protocolados contra a decisão de Barbosa pelo plenário do STF. No início deste mês, em parecer enviado ao Supremo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a revogação da decisão que cassou o benefício de Dirceu e Delúbio Soares.
O procurador considerou acertado o entendimento de que não é necessário o cumprimento de um sexto da pena, firmado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Para Janot, não há previsão legal que exija o cumprimento do lapso temporal para concessão do trabalho externo a condenados em regime semiaberto.
No mês passado, para cassar os benefícios, Barbosa entendeu que Dirceu, Delúbio e outros condenados no processo não podem trabalhar fora da prisão por não terem cumprido um sexto da pena em regime semiaberto. Com base no entendimento, José Dirceu nem chegou a ter o benefício autorizado para trabalhar em um escritório de advocacia em Brasília.
De acordo com a Lei de Execução Penal, a concessão do trabalho externo deve seguir requisitos objetivos e subjetivos. A parte objetiva da lei diz que o condenado deve cumprir um sexto da pena para ter direito ao benefício. "A prestação de trabalho externo, a ser autorizada pela direção do estabelecimento, dependerá de aptidão, disciplina e responsabilidade, além do cumprimento mínimo de um sexto da pena", diz o Artigo 37.
Porém, a defesa dos condenados no processo do mensalão alega que o Artigo 35 do Código Penal não exige que o condenado a regime inicial semiaberto cumpra um sexto da pena para ter direito ao trabalho externo.
Desde 1999, após uma decisão do STJ, os juízes das varas de Execução Penal passaram a autorizar o trabalho externo ainda que os presos não cumpram o tempo mínimo de um sexto da pena para ter direito ao benefício. De acordo com a decisão, presentes os requisitos subjetivos, como disciplina e responsabilidade, o pedido de trabalho externo não pode ser rejeitado.
No entanto, o entendimento do STJ não vale para condenações em regime inicial semiaberto. Para justificar a aplicação integral do Artigo 37, Barbosa cita decisões semelhantes aprovadas em 1995 e em 2006, no plenário da Corte.

fonte: Agência Brasil

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segunda-feira, 23 de junho de 2014

Jovens de favela vizinha ao Maracanã aproveitam rua interditada para jogar bola

Douglas Rios da Silva, de 12 anos, assistia tenso a dribles e lances sentado no meio fio da Avenida Radial Oeste, zona norte do Rio de Janeiro, na tarde de ontem (22). A bola que ele acompanhava, no entanto, nada tinha a ver com a do confronto Rússia e Bélgica, que acontecia a poucos metros dali, no Maracanã. De costas para o estádio, ele torcia para que a partida entre seus amigos da favela Metrô-Mangueira acabasse logo, para que ele pudesse entrar no próximo jogo.
"Aqui a gente só tem como jogar bola. É a única diversão. A gente joga ali no gramado do meio da pista, mas é ruim porque tem caco de vidro e cocô de cavalo. Como eles fecharam hoje, a gente veio jogar aqui", conta ele, apontando para os amigos e o irmão, de pés descalços, no asfalto da via, que fica em frente à comunidade em que mora e já foi palco de confronto com policiais e manifestações.
Três jovens e adolescentes jogavam de cada lado, e um time esperava quem perdesse para "entrar em campo". Douglas, aluno do quinto ano em uma escola municipal, era o mais novo deles. "Primeiro, a gente tentou arrumar um dinheiro parando os carros, mas os policiais não deixaram. Aí, viemos jogar. Enquanto ficar fechado, vamos continuar aqui", disse ele, que se referia à atividade irregular de flanelinha, que ele diz sempre repetir nos dias de jogos nacionais no Maracanã.
Meninos da comunidade Metrô-Mangueira jogam futebol e interagem com turistas em rua interditada por policiais nos arredores do estádio do Maracanã (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Crianças  jogam futebol e interagem com turistas
em rua interditada       Tânia Rêgo/Agência Brasil
Douglas vive com quatro irmãos e a avó na comunidade, que está sendo removida desde 2011, e dará lugar a um polo automotivo. Ele não vê o pai há dois anos, e também não sabe o paradeiro da mãe, que é dependente decrack e vive na rua. A família se mudou para lá em 2013, fugindo da violência no Complexo do Lins. Desde então, ele conta que já conseguiu ir ao Maracanã uma vez.
"Depois que já chega no segundo tempo, muitos cambistas jogam o ingresso fora. Aí, eu peguei um e consegui entrar para ver um jogo do Vasco", lembra o jovem flamenguista, que se explica: "Sou Flamengo, mas queria entrar lá". Entre os amigos, ele é o único que conseguiu.
A cena do jogo improvisado no asfalto chamou a atenção dos poucos turistas que passavam por ali, e muitos tiraram fotos. Um deles, porém, resolveu chegar mais perto: o argentino Maximiliano Attwell, de 29 anos. Estudante de arquitetura, ele veio passar o mês da Copa do Mundo assistindo os jogos no Brasil, e aproveitou para ganhar dinheiro pintando bandeiras no rosto dos torcedores. Ao ver o futebol, logo pediu para jogar. Esperou com Douglas, tirou a camiseta e o tênis, e entrou no time dele.
"Os brasileiros têm uma paixão muito grande pelo futebol. Vi os meninos aqui e quis jogar com eles. Estou morando na casa de uma família aqui perto e sempre passo por aqui", conta o argentino, que comprou um refrigerante e um biscoito para uma das crianças que assistiam à brincadeira. Cobrando R$ 10 por cada pintura facial, ele responde com uma risada se está dando para ganhar um bom dinheiro: ao abrir a mochila, mostra uma quantidade de notas que nem ele sabe qual é.
Nem dez minutos se passam e uma dupla de colombianos também se aproxima e se interessa pelo jogo. Ambos vestindo uniformes de suas seleções e com perucas imitando o ex-jogador Carlos Valderrama, acabam fazendo festa com a plateia de crianças e desistem do futebol: "Me chamou muita atenção a alegria desses meninos. Este é o verdadeiro futebol do Brasil. Sei pouco sobre as favelas, e dizem que são muito perigosas, mas queria conhecer o outro lado", disse o publicitário Ivan Leon, de 30 anos.
Vendo mais um gol no futebol do asfalto, ele compara a desigualdade social no Brasil e na Colômbia: "Aqui eu tenho a impressão de ver pessoas mais ricas e também pessoas mais pobres que lá. A distância parece ser maior".
O time de Douglas e do argentino perde, e dá lugar a outro trio depois de tomar três gols. Sem nem saber que seleções estão se enfrentando no Maracanã, ou o placar, Douglas continua a assistir seu próprio futebol. "Eu vejo os jogos do Brasil e torço. O time é muito alegre e embalado", elogia o adolescente, que critica a Copa em poucas palavras: "Estão dando mais direitos para ela do que pra quem é de casa".

fonte: Agência Brasil

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Dilma sanciona PNE nesta semana e maior desafio será investimento

Destinar 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para educação será o maior desafio do Plano Nacional de Educação (PNE), segundo o presidente da Associação Nacional de Pesquisadores em Financiamento da Educação (Fineduca) e professor da Universidade de São Paulo (USP), José Marcelino de Rezende Pinto. O PNE tem até a próxima quarta-feira (25) para ser sancionado pela presidenta Dilma Rousseff, e de acordo com a assessoria de imprensa da Presidência da República, isso deve ser feito na data-limite.
O PNE estabelece metas para a educação para serem cumpridas nos próximos dez anos. Depois de quase quatro ano de tramitação no Congresso Nacional, o plano chega à fase de sanção presidencial, e o professor diz que vincular uma porcentagem do PIB para o setor é uma medida a ser comemorada. O próximo passo, acrescenta, é torná-la realidade, e para isso deverá ser feito um esforço da União, com estados, Distrito Federal e municípios.
"O desafio do PNE será o mesmo de todos os planos, a implementação. O desafio será equacionar um pacto entre os entes federativos para atingir os 10% do PIB", diz Marcelino. Pelo plano aprovado, a fatia que cabe à União deverá aumentar. De acordo com o Fineduca, atualmente a União contribui com 1% do PIB, enquanto os estados contribuem com 2,2% e os municípios com 2,3%, tomando por base os valores de 2012.
Somente com o Custo Aluno Qualidade Inicial (CAQi), o complemento da União aos demais entes federativos para educação básica deverá passar do equivalente a 0,2% para 1% do PIB. O CAQi também é considerado conquista no PNE. Trata-se de uma valor nacional mínimo para garantir a qualidade do ensino a cada etapa da educação básica.
Estão incluídos na conta recursos para infraestrutura e salários. "O gasto principal é o salário. Para ganhar o que ganha um profissional de nível equivalente, o salário do professor terá que subir uns 60% ou 70%. Mas esse recurso ao entrar na economia cria consumo e gera carga tributária", diz o professor.
O PNE estabelece meta mínima de investimento em educação de 7% no quinto ano de vigência e de 10% no décimo ano. Atualmente, segundo o Ministério da Educação (MEC), são investidos 6,4%. Marcelino explica que o governo conseguiu reduzir a porcentagem do que será investido em educação pública incluindo na conta parcerias com o setor privado como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
O ProUni, primeiro, trata-se de isenção, e não de investimento. “Aquelas jogadinhas de querer ser esperto. Quando se viu que já havia quase um consenso da sociedade sobre os 10%, tentou-se diminuir o investimento. Fies, por exemplo, é emprestimo, já se está admitindo que é um fundo perdido. Se é perdido, por que não se amplia a rede pública?”, questiona.
O ministro da Educação, Henrique Paim, em coletiva de imprensa, disse que o PNE estabeleceu, “de forma bastante correta, o que está previsto na Constituição, que é o investimento público em educação, que pode ser na educação pública ou também na educação envolvendo as parcerias que o governo faz com o setor privado”.
A inclusão das parcerias também facilita o cumprimento da meta. O governo trabalha com o investimento total em educação. Com isso, não considera mais o direto em educação pública, que estava, em 2011, em 5,3%.
Sobre o cumprimento do PNE, Paim diz que a pasta já tem ações em curso para o cumprimento das metas, e o fato de serem 20 [ações] facilita também o controle da sociedade.
Em relação à fonte para o cumprimento dos 10%, ele diz ser importante a colaboração dos estados e municípios, e acredita nos recursos do petróleo como a principal fonte. No ano passado, o então ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que a Lei dos Royalties não resolve o financiamento dos próximos dez anos. Paim não confirma se o governo estuda outras fontes de financiamento.

fonte: Agência Brasil

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sexta-feira, 20 de junho de 2014

COL vai rever segurança no Maracanã após invasão de chilenos

O Comitê Organizador Local da Copa do Mundo (COL) informou que tomará medidas operacionais para sanar problemas de segurança no Estádio do Maracanã, zona norte do Rio de Janeiro, durante os eventos. O anúncio foi feito ontem (19), em coletiva de imprensa no próprio estádio, um dia depois da invasão de mais de 80 chilenos  para tentar assistir ao jogo do Chile e da Espanha.  O perímetro de segurança e o horário do bloqueio de acesso aos estádios, que atualmente é feito quatro horas antes do início de cada partida, devem sofrer alterações, mas os detalhes serão anunciados hoje (20) pelas autoridades.
O gerente-geral de segurança do COL, Hilário Medeiros, disse que a readequação no esquema de segurança já passa a valer para o próximo domingo (22), quando jogam Rússia e Bélgica, no Maracanã. 
"Estamos trabalhando para que fatos como esse não voltem a ocorrer. Mas estamos discutindo operação, não são questões de estrutura, por isto, as correções já serão feitas no próximo jogo”, declarou ele, que classificou o incidente de ontem (18), como vergonhoso. "Temos que proteger a imprensa e os jornalistas", completou.

O diretor de segurança da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Ralf Mutschke, também afirmou que tomará medidas para evitar episódios similares nos estádios da Copa. "Estamos avaliando a situação e para ter a certeza de que isto não vai se repetir".
O diretor de Marketing da Fifa, Thierry Weil, que também participou da coletiva, disse que o serviço nos estádios está melhorando em comparação com os primeiros dias do evento.
"Está melhorando dia após dia, com apoio dos parceiros, e acho que vocês já viram melhorias. Não estamos 100% e estamos chegando lá. O terceiro será melhor que o segundo”, declarou, ao admitir que as filas para os bares no interior dos estádios devem continuar.
“Vamos melhorar o serviço. São brasileiros que precisam ser treinados da melhor forma. São 30 mil pessoas trabalhando nesta operação", disse o representante da entidade.

fonte: Agência Brasil

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Acnur registra mais de 50 milhões de refugiados e deslocados no mundo em 2013

Mais de 50 milhões de pessoas estavam deslocadas à força em 2013, o número mais elevado desde a Segunda Guerra Mundial, informa o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), em relatório divulgado hoje (20) em Genebra.
Em entrevista, o alto comissário, Antônio Guterres, disse que havia 10,7 milhões de novos deslocados em 2013 e 2,5 milhões de novos refugiados, o que caracterizou como "aumento colossal".
Segundo o relatório Acnur, Tendências Globais 2013, no fim do ano passado, o número de deslocados fora ou dentro dos seus países atingiu 51,2 milhões, entre eles 16,7 milhões de refugiados. Esse total representa um aumento de 6 milhões de pessoas deslocadas em relação aos 45,2 milhões de 2012, que incluíam 15,4 milhões de refugiados.
"Isso demonstra que a paz está seriamente em déficit (...) Assistimos a uma multiplicação de novas crises (...). Ao mesmo tempo, antigas crises parecem nunca acabar e os problemas continuam em vários lugares do mundo", declarou Guterres, ressaltando a capacidade limitada da comunidade internacional para encontrar soluções e prevenir crises. "Vemos que o Conselho de Segurança [das Nações Unidas] está paralisado perante muitos problemas cruciais", acrescentou.
A guerra na Síria é uma das principais causas do aumento, sendo que no ano passado o conflito gerou 2,5 milhões de refugiados e 6,5 milhões de deslocados internos. Grandes movimentações de população foram registradas também na República Centro-Africana e no Sudão do Sul.
O relatório indica que do total de refugiados no mundo, 2,56 milhões são originários do Afeganistão, 2,47 milhões da Síria e 1,12 milhão da Somália. Os principais países de acolhimento de refugiados são o Paquistão (1,6 milhão), Irã (857.400), Líbano (856.500), a Jordânia (641.900) e Turquia (609.900).
A região da Ásia e do Pacífico contabiliza o maior número de refugiados no mundo, com 3,5 milhões de pessoas, seguida pela África Subsaariana (2,9 milhões), a África do Norte e o Meio Oriente (2,6 milhões).
O alto comissário informou ainda que "86% dos refugiados encontram acolhimento nos países em desenvolvimento", mais do que os 70% que passavam a viver nesses países há uma década. Para ele, a tendência no mundo é "mais e mais refugiados ficarem nos países em desenvolvimento".
No ano passado, 50% dos refugiados eram menores, o maior valor há uma década, e foi registrado número recorde de 25.300 pedidos de asilo de menores de 18 anos que não estavam acompanhados pelos pais. "Isso é uma nova tendência, particularmente preocupante", destacou Antônio Guterres.
Em 2013, 1,1 milhão de pessoas pediram asilo, sendo os maiores números originários da Síria (64.300), do Congo (60.400) e da Birmânia (57.400). A Alemanha é o país que recebe mais pedidos de asilo.
"Estamos com um problema cada vez maior e, ao mesmo tempos, poucos recursos para ajudar tanta gente em circunstâncias tão trágicas. Esses conflitos não geram só um desafio humanitário, mas representam hoje uma ameaça para a paz global", alertou o comissário.
No ano passado, 414.600 pessoas receberam a ajuda do Acnur para voltar às suas casas voluntariamente ou reinstalar-se em outro país. "Quando uma resposta humanitária não pode resolver os problemas de tantas pessoas, temos que apelar à comunidade internacional para superar as diferenças. É a única solução que existe para deslocamentos forçados", comentou Guterres.

fonte: Agência Brasil

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quarta-feira, 18 de junho de 2014

MTST volta a protestar nesta quarta contra Plano Diretor de SP, diz coordenador

O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) deve voltar às ruas hoje quarta-feira (18) para protestar contra a condução da revisão do Plano Diretor da cidade de São Paulo, informou o coordenador nacional do movimento , Guilherme Boulos, em entrevista ao programa Espaço Público, da TV Brasil, na noite de ontem (17). A expectativa do MTST é reunir 15 mil pessoas na manifestação, que ocorrerá na Avenida Paulista. Boulos disse que apesar do acordo com o governo federal, o movimento não deixará as ruas. O acordo prevê a construção de moradias populares no terreno, ocupado pelo movimento Copa do Povo.
“Para o MTST, estar nas ruas e fazer mobilização não é um ponto negociável. Não fechamos nenhum acordo nesse sentido”, disse. “O que nos comprometemos foi a não fazer mobilizações que inviabilizem a Copa do Mundo. E não iremos inviabilizar. Foram R$ 2 bilhões em segurança para impedir que [a Copa] seja inviabilizada”. A intenção da manifestação, explica ele, é denunciar o lobby do setor imobiliário no plano diretor.
O Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo é o principal instrumento de planejamento urbano. Os instrumentos estão sendo revistos “para organizar melhor os espaços da cidade”, como informa o site da prefeitura. O plano vigente é o de 2002.
Boulos explica que não apenas São Paulo, mas o país precisa reverter a lógica urbana. A política urbana não pode ser apenas habitacional é preciso oferecer infraestrutura - escolas, transporte, saúde, bibliotecas - aos moradores, segundo ele. “[É preciso] uma política que não seja excludente. É disso que se trata quebrar os muros sociais. Temos os bairros centrais que são providos de infraestrutura e os periféricos, onde os trabalhadores são jogados, os serviços são precários e a estrutura é precária”.
Nesse sentido, o coordenador do MTST critica o Programa Minha Casa, Minha Vida, um dos principais do governo federal. “O programa faz moradias ruins e mal localizadas”, disse e acrescenta que os grandes beneficiados são as empreiteiras, que recebem a mesma quantia do governo independente do local e da qualidade do que constroem. Apesar disso, reconhece que o programa “foi a grande política habitacional depois de 30 anos, desde a década de 80”.
Boulos também diz que o problema habitacional do Brasil poderia ser resolvido com desapropriações, que não são feitas por falta de legislação e porque esbarram em interesses econômicos de grandes grupos imobiliários. De acordo com ele, o déficit habitacional do Brasil chega a 7 milhões de unidades habitacionais. Na outra ponta, o número de unidades ociosas é 6,1 milhões. “A maioria dos prédios não está condenada. Está vazia por especulações. Esperando investimentos para que possa ser vendida a valores mais altos”.
Perguntado sobre o que é não ter acesso a moradia, responde: “É a desestruturação da vida como um todo. Pense nisso, uma família, pai, mãe, filhos, morando no mesmo cômodo, que estutura familiar se construiu? As pessoas não têm as condições básicas de subsistência e sobrevivência”. O coordenador acrescenta que a conquista da moradia digna “é um passo para que as pessoas vivam dignamente”.
Ancorado pelo jornalista Paulo Moreira Leite e com a participação de Florestan Fernandes Júnior, o Espaço Público vai ao ar todas as terças-feiras, na TV Brasil, das 22h às 23h30. O programa de hoje contou com a participação da colunista do Correio Braziliense Denise Rothenburg.

fonte: Agência Brasil

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Polícia indicia 22 pessoas por incitação ao crime, em Fortaleza

Depois de passarem mais de quatro horas esperando o sistema de informática das delegacias de polícia (DP) voltar a funcionar, em Fortaleza, 22 dos 30 ativistas detidos antes do jogo Brasil e México, no Estádio Castelão, estão sendo indiciados por incitação ao crime.
De acordo com a defensora pública Gina Kerly, que acompanha os procedimentos na 16ª Delegacia de Polícia, os detidos assinaram um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foram liberados ainda ontem (17), mas os processos contra eles seguirão. Gina afirma que a Defensoria Pública questionou a existência de provas, “mas houve insistência no procedimento". "Agora, devemos tomar uma medida cabível, depois de concluídos os procedimentos”, disse.
A advogada Mayara Justa, que acompanha o caso na delegacia, explicou que os detidos foram enquadrados pelo Artigo 41, Item “b”, do Estatuto do Torcedor, que diz que é crime “promover tumulto, praticar ou incitar a violência, ou invadir local restrito aos competidores em eventos esportivos”.
Mayara Justa conta que “tinha ficado tudo acordado de que eles seriam liberados após a identificação, porque os próprios policiais que os trouxeram para a delegacia afirmaram que eles não portavam nada. Depois, o delegado trouxe a nova notícia de que ele teria que fazer o procedimento”.
Nenhum dos manifestantes deve ser preso em flagrante. Sobre as denúncias de violência policial, Mayara informou que a Rede Nacional de Advogados Populares e o coletivo de assessoria Flor de Urucum devem oficiar as instituições competentes, como a Corregedoria da Polícia Militar, para que as denúncias sejam investigadas.
O ato popular contra gastos públicos na Copa teve a participação de comunidades ameaçadas de remoção, movimento estudantil, partidos políticos, entidades sindicais, Movimento Passe Livre, Comitê pela Desmilitarização da Polícia e Comitê Popular da Copa. Iniciado às 11h30, o protesto chegou nas proximidades do Estádio Castelão.
Antes do início da partida entre Brasil e México, os manifestantes foram dispersados pela PM, após terem, segundo a polícia, fechado uma das vias de acesso ao Castelão. Também há relatos de que um ônibus foi apedrejado pelos manifestantes, que foram afastados do estádio por bombas de efeito moral e jatos de água lançados pelo Caminhão de Controle de Distúrbios Civis.
Agência Brasil tentou contato com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, mas os telefonemas não foram atendidos. Na delegacia, os delegados que acompanham o caso não puderam falar, sob a alegação de que estavam fazendo os procedimentos oficiais.

fonte: Agência Brasil

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STJ suspende greve de servidores de institutos e universidades federais

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou, em medida liminar, a suspensão da greve dos professores e técnicos administrativos de institutos de educação e universidades federais e do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Pela decisão, os servidores em greve devem retomar as atividades, paralisadas há 58 dias.
Os ministros relatores das ações de dissídio da greve proibiram também a realização de bloqueios ou empecilhos à movimentação de pessoas nas instituições de ensino, sejam servidores, autoridades ou usuários. Em caso de descumprimento, a multa diária pode chegar a R$ 200 mil.
As decisões foram tomadas em duas ações movidas pela Advocacia-Geral da União (AGU) no STJ contra os movimentos grevistas. De acordo com a AGU, os pedidos de suspensão têm por base acordo para reestruturação remuneratória firmado judicialmente, em 2012, entre o governo federal e os servidores públicos federais, incluindo os docentes e técnicos administrativos das instituições federais de ensino superior.
A AGU argumentou que a greve prejudica cerca de 1 milhão de estudantes em todo o país e que os serviços essenciais prestados pelas universidades e institutos estavam comprometidos. Por esse motivo, requereu a suspensão das paralisações e a aplicação de multas caso as ordens fossem descumpridas.
O Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) informou que irá recorrer da decisão. A assessoria da Sinasefe afirmou que o acordo em questão não foi assinado pela entidade e sim pela Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), instituição que perdeu o direito de representar o Sinasefe.
A assessoria da Sinasefe disse ainda que há equívocos na decisão do STJ, entre eles o fato de o tribunal ter considerado que 100% dos trabalhadores estão paralisados e de não ter levado em consideração que os serviços essenciais estão preservados. De acordo com o sindicato, servidores de 19 estados aderiram à greve, abrangendo 163 instituições.

fonte: Agência Brasil

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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Salvador, Natal e Curitiba têm hoje jogos da Copa

Alemanha e Portugal abrem a rodada de hoje (16) pelo Grupo G da Copa do Mundo. A partida será disputada às 13h na Arena Fonte Nova, em Salvador. Pelo mesmo grupo jogarão, às 19h, Gana e Estados Unidos, no Estádio das Dunas em Natal. Às 16h, será a vez de o Irã e a Nigéria, em partida disputada na Arena da Baixada (Curitiba), completarem a rodada do Grupo F, iniciada ontem (15) com a vitória da Argentina sobre....a Bósnia por 2 a 1.
A Alemanha é apontada como uma das seleções favoritas para vencer a Copa de 2014. Além de ter grande elenco, conta com a tradição de estar quase sempre entre os semifinalistas do torneio. É a terceira seleção com mais títulos em copas do Mundo, tendo vencido as edições de 1954, 1974 e 1990, além dos vice-campeonatos obtidos em quatro oportunidades (1966, 1982, 1986 e 2002). Por quatro vezes ficou em terceiro lugar (1934, 1970, 2006 e 2010).  Nenhuma outra seleção disputou tantos jogos em uma Copa do Mundo e nem marcou tantos gols (222) quanto a Alemanha.
Arena Fonte Nova, em Salvador (Antonio Cruz/Agência Brasil)
Arena Fonte Nova, em Salvador, sedia o jogo entre a Alemanha e Portugal Antonio Cruz/Agência Brasil
Apesar de nunca ter vencido uma Copa do Mundo, Portugal também figura entre os favoritos. No ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa) está atualmente na quarta posição, mas o que a coloca entre os favoritos é o fato de ter, entre seus jogadores, Cristiano Ronaldo, o melhor do mundo, segundo a Fifa. O maior feito da seleção portuguesa foi em 1966, na Copa disputada na Inglaterra. Comandada pelo craque Eusébio, ela entrou para a história ao eliminar o Brasil, campeão do mundo. Os portugueses ficaram em terceiro lugar, após vitória sobre a União Soviética. Na Copa de 2006, disputada na Alemanha, os lusos ficaram em quarto lugar após serem derrotados pela seleção anfitriã.

fonte: Agência Brasil

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Contribuintes podem sacar hoje restituição do Imposto de Renda


A partir de hoje (16), 1.361.028 contribuintes que declararam o Imposto de Renda neste ano ou estavam na malha fina de anos anteriores poderão sacar a restituição no banco. Desde a semana passada, a Receita Federal abriu a consulta ao primeiro lote do Imposto de Renda Pessoa Física de 2014, além de lotes residuais de 2008 a 2013.

Ao todo, o Tesouro Nacional liberou R$ 2 bilhões. Em relação ao primeiro lote de 2014, foram contemplados 1.350.668 contribuintes, que receberão cerca de R$ 1,9 bilhão. As restituições terão correção de 1,87%, equivalente à variação da taxa Selic – juros básicos da economia – entre maio e junho deste ano.


Os contribuintes de outros anos receberão cerca de R$ 100 milhões. Os pagamentos serão acrescidos de 10,77% para as declarações de 2013, 18,02% (2012), 28,77% (2011), 38,92% (2010), 47,38% (2009) e 59,45% (2008). Em todos os casos, a correção corresponde à taxa Selic acumulada entre maio do ano de entrega da declaração até este mês.

Por causa do Estatuto do Idoso, os contribuintes com idade a partir de 60 anos terão prioridade no pagamento das restituições. Ao todo, 1.275.541 contribuintes idosos e 85.487 com deficiência física ou mental ou doença grave serão beneficiados no primeiro lote.

A relação dos beneficiados estará na página da Receita na internet. A consulta também pode ser feita pelo telefone 146 ou pelo aplicativo da Receita para tablets e smartphones disponíveis nos sistemas iOS (da Apple) e Android.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá procurar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou telefonar para a central de atendimento do banco pelo número 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (atendimento exclusivo para deficientes auditivos) e agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.


fonte: Agência Brasil

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quinta-feira, 12 de junho de 2014

Sindicato anuncia greve em aeroportos; empresas não acreditam em paralisação

O Sindicato Municipal dos Aeroviários do Rio de Janeiro (Simarj) decretou greve a partir da meia-noite desta quinta-feira (12) nos aeroportos Santos Dumont, do Galeão e de Jacarepaguá. Porém, a possibilidade de paralisação dos trabalhadores de terra é considerada remota, tanto pelo Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea) quanto pelo Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA) e pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac).
A tesoureira do SNA, Selma Balbino, disse que já foi fechado acordo coletivo com a categoria em praticamente todos os maiores aeroportos do país, no último dia 4. “Eu tenho absoluta certeza de que não haverá greve alguma. Os trabalhadores estão dizendo que não vão fazer greve. Eles dizem que não sabiam que o sindicato nacional e os demais sindicatos já tinham fechado acordo. Agora não tem sentido fazer greve”, disse Selma, que ocupou a presidência do SNA nos últimos anos.
O presidente da Fentac, Sérgio Dias, também considerou remota a possibilidade de paralisação nos aeroportos do Rio. “Não sei se a greve vai acontecer, se eles estão mobilizados para isso. Nenhum sindicato filiado à Fentac está convocando greve. Nossos sindicatos estão tranquilos. Acabamos de assinar um acordo com avanços, tanto na cesta básica quanto na extensão da licença-maternidade”, avaliou.
O porta-voz do Snea, Odilon Junqueira, disse não acreditar que a paralisação vá ocorrer. “O Snea já fechou acordo com todos os sindicatos de aeronautas e aeroviários de todo o Brasil, exceto esse Simarj. Se me perguntar, não sei direito o que eles estão reivindicando”, disse.
Segundo ele, o Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT-RJ), em decisão tomada hoje sobre uma ação do Sindicato das Empresas de Táxi Aéreo, considerou a greve abusiva. Em outra ação, do Sindicato das Empresas Auxiliares do Transporte Aéreo, o tribunal determinou que 80% da categoria trabalhe. “Não há nenhum ânimo dentro das empresas aéreas para greve”, acrescentou.
Caso haja paralisação no Rio, Junqueira disse que há um plano de contingência das empresas, que poderão utilizar outros aeroportos nos estados próximos e até mesmo remanejar funcionários de outras praças para o Rio de Janeiro.
A diretoria do Simarj não foi localizada para comentar a convocação da greve. As informações sobre a paralisação estão na página do sindicato na internet

fonte: Agência Brasil

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Selecionados no Sisu têm até amanhã para fazer matrícula

Sexta-feira (13) é o último dia de matrícula dos selecionados em primeira fase no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Hoje, não haverá matrículas por causa da abertura da Copa do Mundo.  O candidato deverá verificar, na instituição de ensino em que foi aprovado, o local, horário e os procedimentos para a matrícula.
A lista dos selecionados foi divulgada sexta-feira (6) e está disponível no site do sistema.  A edição bateu recorde de inscrições no meio do ano. Foram 1.214.259 candidatos inscritos, 54% a mais que no ano passado, quando foram registrados 788.819 candidatos. Puderam participar aqueles que fizeram o Enem de 2013 e não tiraram 0 na redação. Nesta edição do meio do ano, o sistema oferece 51.412 vagas.
 O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação no qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).  A seleção tem duas edições a cada ano.
Veja abaixo o cronograma do Sisu:
Matrícula da primeira chamada: de 9 a 13 de junho
Resultado da segunda chamada:  24 de junho
Prazo para participar da lista de espera: de 24 de junho a 7 de julho
Matrícula da segunda chamada: de 27 de junho a 2 de julho
Convocação dos candidatos em lista de espera pelas instituições: a partir de 14 de julho

fonte: Agência Brasil

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Copa do Mundo começa hoje em meio a expectativas e manifestações

Depois de 64 anos, o Brasil volta a sediar a Copa do Mundo. A partida de abertura será realizada hoje (12) na Arena Corinthians, em São Paulo, entre as seleções do Brasil e da Croácia. O jogo está marcado para as 17h (horário de Brasília). Ao todo, 64 partidas serão disputadas ao longo da competição, que segue até o dia 13 de julho.
Para chegar aos estádios, os torcedores deverão estar atentos às diversas mudanças no trânsito. Em cada uma das 12 cidades-sede foi adotado um esquema diferente para uso do transporte público e estacionamento de carros particulares.
Com as diversas mudanças no entorno das arenas, entidades que defendem os direitos de quem tem mobilidade reduzida estão preocupadas com o acesso aos locais dos jogos. Chegar ao estádio com facilidade e segurança pode ser um desafio para quem quiser acompanhar os jogos do Mundial.
Cada cidade definiu um esquema próprio de feriados e horários de trabalho durante os dias de jogos. De acordo com a Lei Geral da Copa, os estados, o Distrito Federal e os municípios que sediarão os eventos podem declarar feriado ou ponto facultativo nos dias das partidas. Há ainda aquelas cidades que optaram por mudar o horário do expediente em dias de jogos.
Dentro do estádio, o torcedor deve estar atento às diversas restrições impostas pela Federação Internacional de Futebol (Fifa). Nas arenas não será possível entrar com tablets nem com mochilas ou sacolas grandes. Durante as partidas do Mundial, também não será permitida a entrada com instrumentos que produzam som excessivo, tais como megafones, sirenes, vuvuzelas e, inclusive, a caxirola.
Cerca de 3,7 milhões de turistas – entre eles, 600 mil estrangeiros – são esperados no Brasil durante o período do evento. A estimativa do Ministério do Turismo é que eles deixem em território nacional cerca de R$ 6 bilhões. Para conhecer melhor o país, o turista pode usaraplicativos para smartphones que trazem dicas de passeios e roteiros.
O visitante também pode ter acesso a informações sobre os principais pontos turísticos, telefones úteis e roteiros alternativos nas 12 cidades-sede com as dicas publicadas pela Agência Brasil nas últimas semanas.
A Copa do Mundo mexeu ainda com os calendários escolares. Em pelo menos sete das 12 cidades-sede, o recesso do meio do ano foi antecipado para junho, e os estudantes terão 30 dias de folga.
Para o Mundial, o país também se preparou em termos de segurança. Foram montados centros integrados nacionais e regionais para monitorar a situação nas cidades-sede. Com investimento de R$ 1,9 bilhão, a operação de segurança e defesa conta com 157 mil agentes da segurança pública e das Forças Armadas. Policiais estrangeiros também estarão no Brasil. Eles não terão poder de polícia, mas poderão auxiliar os cidadãos de seus países em caso de necessidade. Além de agentes dos 31 países que vão participar do Mundial, serão enviados policiais de mais 15 países convidados.
O Ministério da Saúde vai monitorar situações de emergência pública registradas durante a Copa por meio de um centro nacional de operações com base em Brasília. O Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde (Ciocs) foi ativado no dia 28 de maio e segue em funcionamento até 23 de julho. Nas cidades-sede, cerca de 10 mil profissionais de saúde da rede pública, capacitados pelo ministério, estarão atuando durante o Mundial.
Na expectativa para a Copa, crianças, jovens e adultos encontraram na troca e na coleção de figurinhas uma maneira de entrar no clima do Mundial. Em várias capitais, pontos de troca atraíram a atenção dos brasileiros e o encontro nesses locais virou programa de domingo para as famílias.
Apesar do clima de festa em alguns lugares, o sentimento dos brasileiros está dividido quando o assunto é Copa do Mundo. Muitos sentem uma mistura de ansiedade e animação com a proximidade dos jogos e com o evento no território brasileiro. Entretanto, a indignação e a insatisfação com os gastos feitos pelo governo para a realização do evento não são ignoradas.
Para o período do Mundial, movimentos sociais planejam protestos e mobilizações.
Eles criticam os gastos com a construção e reforma de estádios, a isenção fiscal concedida à Fifa e demais empresas ligadas à promoção do Mundial, os despejos e as remoções decorrentes de obras para a Copa, a proibição do trabalho de ambulantes nas proximidades dos estádios, o aumento da exploração sexual de crianças e adolescentes (que estarão mais vulneráveis durante o evento devido ao período de férias) e o processo de expulsão das populações de rua de áreas nobres das cidades.
Em documento, a Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa (Ancop) convoca a população a se manifestar durante os jogos do campeonato: “Estar nas ruas durante a Copa do Mundo é um ato de fortalecimento da democracia e de um novo modelo de país que avance na participação direta do povo e na construção de políticas públicas efetivas em favor da justiça e igualdade social”.
Nos últimos meses, esses movimentos intensificaram a agenda de protestos e fizeram manifestações nas cidades-sede, cobrando dos governos que priorizem o investimento em políticas sociais e deem respostas às denúncias de violação de direitos humanos. Para o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, entretanto, o clima de festa durante o campeonato reduzirá as manifestações no país.
O governo federal defende que a Copa deixará legados, como a melhoria na infraestrutura das cidades e o incremento no turismo, e trará ganhos econômicos para o Brasil. Segundo o Ministério do Turismo, na Copa das Confederações, em junho do ano passado, os estrangeiros gastaram, em média, R$ 4.854 durante os 14,4 dias em que permaneceram no Brasil.

fonte: Agência Brasil

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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Alunos do ensino médio desenvolvem larvicida contra dengue

Alunos do 3º ano do ensino médio do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) descobriram um extrato vegetal com alta eficiência como larvicida contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. O projeto começou a ser desenvolvido em 2013 na Coordenação de Ciências da instituição pela professora e bióloga Rosiane Leite, que orienta estudantes da educação profissional dentro de um programa de iniciação científica júnior.
No Brasil, existem muitas linhas de pesquisas para o combate à dengue, desde vacinas, odores, mosquitos transgênicos e seleção de extratos de plantas. Entretanto, o extrato da espécie Miconia sp. nunca havia sido testado para esse fim.
Há muitas espécies do gênero Miconia por todo o país, com nomes populares pouco conhecidos. A professora explica que, durante seu mestrado, estudou a interação das formigas com essa planta e que ela é mais conhecida entre os ecólogos, pois fornece frutos para os pássaros durante o ano todo.
Os alunos Bárbara Freitas e Gabriel Batista, que fazem curso técnico em construção civil, desenvolveram o extrato após vários testes, com o incentivo da professora e dos amigos. Rosiane Leite conta que comprou algumas vidrarias do próprio bolso e pediu a ajuda de familiares para comprar o álcool necessário aos testes, por causa do limite por pessoa para adquirir o produto.
Outro desafio foi conseguir as larvas do Aedes aegypti. Eles acabaram indo a campo e recolheram larvas pela vizinhança, conta a professora, explicando que houve dificuldade em fazer a seleção devido às diferentes espécies e estágios das larvas encontradas.
Com a apresentação do projeto na Mostra Específica de Trabalhos e Aplicações do Cefet-MG, em 2013, o professor Fabiano Duarte Carvalho, da Fundação Oswaldo Cruz, propôs uma parceria e forneceu larvas específicas para os testes. Além disso, em agosto, Carvalho dará um treinamento para que os alunos possam criar suas próprias larvas.
Segundo a professora, será possível refazer os testes para a comprovação da eficácia do larvicida e então publicar o trabalho. “A dengue é uma preocupação bem antiga. Como educadora, sempre procuro mostrar a importância de não deixar água parada. Mesmo sendo escola básica, ainda é possível buscar soluções para minimizar os problemas, mesmo que seja em âmbito local”, disse Rosiane Leite.
No início deste ano, o projeto foi selecionado para participar da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, que ocorreu em março, e foi premiado com a quarta colocação entre 40 projetos da área de biologia.

fonte: Agência Brasil

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Vacinar gestante contra coqueluche protege o recém-nascido, diz especialista


Aplicar a vacina contra a coqueluche em mulheres grávidas, sobretudo entre a 27ª e a 35ª semana de gestação, ajuda a proteger o recém-nascido contra a doença. A orientação é da presidenta da Comissão de Vacinas da Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Nilma Neves.

Em entrevista à Agência Brasil, ela explicou que a gestante, uma vez imunizada, produz anticorpos que são passados ao feto pela placenta, daí a decisão do Ministério da Saúde de incorporar, ainda este ano, a vacina tríplice acelular (DTPa), que protege contra o tétano, a difteria e a coqueluche, na rede pública.

A especialista recomenda que as demais pessoas que têm contato frequente com o bebê, como pai, irmãos, avós e babá, também sejam imunizados, já que a doença é transmitida por meio da respiração e da fala.
Mesmo quem já recebeu a vacina quando criança deve ficar atento, uma vez que o prazo de validade é dez anos.


A estudante Laryssa Freire, 25 anos, não recebeu nenhum tipo de orientação em relação à prevenção da coqueluche quando estava grávida da primeira filha, Ana Luíza. A menina, aos 26 dias, apresentou febre e letargia. Chegou a ficar dez dias internada em uma unidade de terapia intensiva pediátrica.

“Ela já entrou entubada. Teve uma parada respiratória. Um raio X dos pulmões mostrava manchas. Na época, não houve diagnóstico fechado mas, durante o acompanhamento dela, os médicos suspeitaram que poderia ter sido coqueluche”, contou.

Já a especialista em turismo Virgínia Álvares, 35 anos, foi imunizada contra a doença quando estava com 33 semanas de gestação. “Minha obstetra me orientou e tudo o que ela me mandava fazer eu fazia. Ela chegou a me avisar que a vacina ainda não estava disponível na rede pública”, disse.

O bebê Artur, hoje com 1 mês e meio, está protegido da doença graças à imunização da mãe. Mesmo assim, Virgínia conta que não descuida: “Não saio com ele para locais de muita concentração como shoppings e festas. Só para a casa dos avós. Pelo menos até a primeira dose da vacina ser aplicada”.

fonte: Agência Brasil

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19 Anos no AR


Rádio Vitória FM esta completando 19 anos de história. É uma vida contada e cantada. Parabéns a todos os integrantes da Associação Comunitária Vieirense.

Levino Lacerda - Presidente

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